Lula foi o presidente que mais investiu no Nordeste





Desenvolvimento inclusivo e grandes obras aumentam participação do Norte e do Nordeste no PIB nacional

Mais acesso à educação, saúde, emprego e renda tem sido o motor da redução das desigualdades regionais no Brasil. Nos governos Lula e Dilma, a combinação de políticas sociais inclusivas e grandes obras de infraestrutura implementadas no Norte, Nordeste e Centro-Oeste do Brasil está criando as condições para um novo salto no desenvolvimento dessas regiões, que vêm gradativamente aumentando sua participação na produção das riquezas do País.

A desconcentração dos investimentos levou obras como a do Estaleiro Atlântico Sul para estados do Nordeste
Foto: Blog do Planalto/PR

Cinco das 10 maiores obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) estão localizadas no Norte e Nordeste, contabilizando investimentos de R$ 125 bilhões e mais de 130 mil empregos: as Usinas Hidrelétricas de Jirau e de Santo Antônio (RO), Usina Hidrelétrica de Belo Monte (PA), Refinaria Abreu e Lima (PE) e Refinaria Premium 1 (MA). Essa última é a maior obra do PAC.




Outra importante obra dos governos Lula e Dilma no Nordeste é o Projeto de Integração do Rio São Francisco, num total de R$ 8,2 bilhões em investimento e que beneficiará 12 milhões de pessoas em 390 municípios do semiárido nordestino.

Desconcentrando os investimentos, valorizando o salário-mínimo e consolidando políticas sociais para quem mais precisa, Lula e Dilma colocaram um ponto final na política que desmantelou, nos anos 1990, os instrumentos de desenvolvimento regional como a Sudene e a Sudam (Superintendências de Desenvolvimento do Nordeste e da Amazônia, respectivamente).




Desenvolvimento Regional e redução de desigualdadeDesenvolvimento Regional e redução de desigualdade

 

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